Projeto

PROJETO LINHA INDEPENDENTE DE CRIAÇÃO




Resumo do projeto


O Coletivo de artistas Os Novos Paulistanos propõe desenvolver uma Linha Independente de Criação, troca de processos artísticos aberto ao público, com grupos convidados.

Este processo tem a duração de 7 (sete) meses, com 7 grupos convidados sendo que em cada mês um grupo convidado será apresentado como tema dos estudos.

No mês serão realizados 6 (seis) encontros: 2 (dois) para a gravação de uma faixa de áudio em estúdio, música de autoria do grupo; 3 (três) encontros para troca de processos aberto ao público e 1 (um) encontro com apresentação e o lançamento da música e o material desenvolvido à partir dos encontros no Gondos Bar, avenida do Cursino 111, Ipiranga.

Desenvolver uma Linha Independente de Criação: Música, Teatro, Vídeo, Fotografia, Artes Plásticas e Literatura, significa fortalecer a união de moradores e artistas das mais diversas faixas etárias e regiões do Ipiranga, e o coletivo Os Novos Paulistanos em um processo conjunto de criação e aprendizado que tem como objetivo aguçar o potencial de reflexão e expressão artística comum à muitos participantes, em um diálogo entre pessoas e propostas diferentes, capaz de vozes de emancipação.

Este projeto tem como proposta realizar intervenções, exposições e manifestações artísticas, divulgar as produções na região e prestigiar os velhos e os novos compositores, preservar o movimento artístico no bairro e reunir amigos.




Histórico do Coletivo


Amigos da mesma comunidade se uniram para dividir e descobrirem novos conhecimentos, em torno de entendimentos e posturas comum em relação à arte e o fazer artístico, compartilhando idéias sobre o papel da arte e do artista na sociedade, bem como sobre conceitos e aspectos formais envolvendo a produção artística.

Assim se formou “OS NOVOS PAULISTANOS ', no bairro do Ipiranga, misturando teatro, música, vídeo, fotografia, capoeira, pintura, poesia, representando a criação independente, compartilhando com a comunidade as suas propostas.

O primeiro projeto Cultura Orgânica desenvolvido de forma itinerante em bares da Cidade, durante o ano de 2011, resultou em eventos , com a presença de músicos de variados estilos: música popular, clássica, samba, jazz, reggae, rock, hip-hop e intervenções com propostas de cenas improvisadas por atores convidados, roda de capoeira, instalações artísticas, pintura, cinema, vídeo, vinil e poesia.

Com o objetivo de agregar pessoas interessadas em compartilhar criações e produções, incentivar a cultura e valorizar a arte da comunidade local, criando um espaço de cultura e integração , buscando novos artistas, o artista cidadão, que contribui para melhorar a comunidade na qual esta inserido.

As atividades reuniram músicos, poetas, dançarinos, ativistas culturais, pessoas da comunidade e de outras regiões.

O coletivo Os Novos Paulistanos propõe uma reunião entre artistas profissionais e não profissionais, gerando um grupo de trabalho formado por integrantes com diversas experiências artísticas, vindos de diferentes regiões e estratos sociais da cidade, diversidade fundamental a um projeto que pretende instaurar um amplo processo colaborativo.


ATIVIDADES REALIZADAS EM 2011


08/02/2011 Gondos Bar
terça-feira, 19h às 23h30





01/03/2011 Gondos Bar
Terça-feira, 19h às 23h







Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Músicos já agregados e novos artistas: Ledu, Nadine, Lilo,

Exposição do artista plástico Clóvis, pintura em tela, tinta óleo.



27/03/2011 Gondos Bar
Terça-feira, 19h às 23h



Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.
Roda de samba, André do cavaco, Grupo Vida Vadia ,Marcelinho, Almir, Klebão, Sandra, Grupo Saçura e Kelly Carvalho.
Experimento com o grupo de capoeira Iderê com o mestre Dário.



1/05/2011 - BAR ALDEIA
Domingo, 13h às 22h.









Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Grupo Meia Lua, Rappers Nocivo Shomon e Roger, Performance do ator Ricardo Severino e de Luzimara Azevedo, atriz convidada do grupo II trupe de Choque, vinil com djs Tata e Bira, apresentação de dança do ventre Beatriz Bajurd e Viviane Nerlinch, instalações com projeção e tvs, exposição de artesanato confeccionado pelo artista Neidson da Silva Trindade.

Apresentação dos músicos, Paulo Veríssimo, Renan Bragatto, Ricardo Victorino.



24/05/2011 - Gondos Bar -
Terça-feira, 18h30 às 23h.




Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Cena performática com Érica Quaglia, apresentação de Marissol com flauta doce (convidada de 10 anos), músicos: Seu Turibio, Léo Shin, Dedê Alves, Bisdré Santos, Lilo e público participante.



14/06/2011 - Gondos Bar
Terça-feira, 18h30 às 23h



Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Instalação com barbantes, capa de vinil, monitor de vídeo, dvd e projeção, apresentação do artista com trabalhos de artesanato indígena Neidson da Silva Trindade. E confecções de Pipa.




28/06/2011 - Gondos Bar
Terça-feira, 18h30 às 23h.







Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Instalação com barbantes, capa de vinil, monitor de vídeo, dvd e projeção de imagens em instalação usando quadros e tecidos.

Apresentação de performance teatral de alunos do ETA estudio de treinamento artístico, atores: Tiago Silvério, Silvia Mecozzi, Bruno Silvério, Rodrigo, Érica Quaglia, Elina. Musicista Italiana: Alessandra Fiorinda (violoncelo).


Diminuta bar

20/08/2011 - Diminuta Bar
Sábado, 19h às 23h





Coletivo Os Novos Paulistanos, com intervenção audiovisual, Luzimara Azevedo e Guilherme Furtado.



25/08/2011 - Terraço Léo
Quinta-feira, 19h às 23h.




Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel à disposição do público.

Instalação com barbantes, capa de vinil, monitor de vídeo, dvd e projeção. Participantes: Guilherme Furtado, Giuliano Ferrari, Flávio Tubão, Marcelo Visoni, Paulo Verissimo, Geovani Bafo, Jefferson ETA, Lilo, Erik poema e público em geral.



29/09/2011 Terraço Léo
Quinta-feira, 19h às 23h.







Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Instalação com barbantes, capa de vinil, monitor de vídeo, dvd e projeção, pintura corporal e caracterização.

Participantes: Banda Caravana Reunidos, Crec Leão.



04/10/2011 - Gondos Bar 
Terça-feira, 18h às 23h







Microfone aberto, instrumento s musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Instalação com barbantes, capa de vinil, monitor de vídeo, dvd e projeção.

Apresentação dos músicos: Camila, Xamã, Paulo Verissimo, Davi, Tarsila, Lilo (performance caretas), Davi (projeção bonecos de sombra), Ronaldo (sax),André Cavaco,Guilherme Furtado.




23/11/2011 - Gondos Bar
Quarta-feira, 18h às 23h





Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Instalação com barbantes, escadas, capa de vinil, monitor de vídeo, dvd e projeção.

Apresentação de cenas, exposição de desenhos no chão, participação da trupe PanoPreto.




20/12/2011 - Joaquina bar
Sexta-feira, 18h às 23h








Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do

público.

Instalação com barbantes, escadas, capa de vinil, monitor de vídeo, dvd e projeção. Participantes: Alunos do Brincante, Paulo Verissimo, Luzimara Azevedo, Marcelo Visoni



18/01/2012 -Gondos Bar
 Quarta-feira, 18h às 23h








Microfone aberto, instrumentos musicais, tintas, pincel e papel a disposição do público.

Instalação com barbantes, escadas, capa de vinil, monitor de vídeo, dvd e projeção.

Participantes: Ledu, Claudinho, Rô,



Justificativa


Coletivos são grupos de artistas que produzem trabalhos em conjunto. Geralmente os coletivos possuem uma consciência mais crítica: seus trabalhos tem a intenção de levantar questões de interesse do COLETIVO (isto é, não só de quem está no meio da arte, mas de todos que pertencem à sociedade).

Em um mundo tão voltado para a individualidade, a idéia de um trabalho coletivo quebra os padrões estabelecidos atualmente. E é essa idéia que trazemos aqui: trabalhar as questões da coletividade, da autoria, do pensamento social e, logicamente, da arte dentro desse contexto.

O projeto do coletivo Os Novos Paulistanos, Linha Independente de Criação justifica-se por conta de estarmos buscando realizar intervenções nas paisagens visual e sonora, causando estranheza e mexendo com as sensações de quem está por perto.

Essas intervenções serão utilizadas como questionamento e apropriação do espaço público do Gondos Bar, Av.Cursino 111, como espaço de arte.

Este projeto justifica-se por envolver muitas pessoas, jovens artistas de variados estilos musicais e outras vertentes artísticas culturais que estão dispostos a trocar informações e aprender uns com os outros, com desejo em comum de desenvolver o trabalho proposto pelo coletivo.

O espaço estará aberto ao público em geral para que possam ter contato, com as intervenções realizadas, experimentar e refletir sobre as práticas artísticas sejam elas a música, o vídeo, a pintura,a literatura, ou teatro, os encontros oferecem ao participante a possibilidade de tocar um instrumento, cantar, pintar telas, folhas, filmar, fotografar, participar de performances, propor ideias e ações, perceber e praticar novas e velhas formas de expressar-se, a partir da experiência de vida das pessoas, dos temas escolhidos por cada grupo convidado e de proposições feitas pelo coletivo Os Novos Paulistanos.

Desta forma, o coletivo Os Novos Paulistanos constitui-se como um processo aberto de criação, que recebe novos participantes a todo momento, com ou sem experiência, interessados em estudar as diversas linguagens artísticas e no momento proporcionado pelo encontro.

Assim, a investigação empreendida até agora foi realizada dentro deste formato de processo aberto e conta com a participação dos amigos e habitantes das mais diversas regiões do Ipiranga e proximidades que participam dos Encontros de estudos e apresentações, que fazem parte da ocupação do Gondos Bar promovida pelo coletivo.

No ano de 2011 participaram do projeto mais de 1000 pessoas entre público e artistas colaboradores.

Estender este processo pedagógico e artístico à cidade tem como objetivo instaurar um grande processo de criação e de formação, que abarque o coletivo Os Novos Paulistanos, os grupos convidados e os demais participantes, sem distinção, em que o domínio dos meios de produção artística constitui um horizonte de transformação através da expressão estética.





Objetivo


Este projeto tem como objetivo potencializar um processo de formação e criação coletiva que já vem acontecendo desde o ano passado, rompendo com a divisão entre teoria e prática, dando nova dimensão a questões artísticas-culturais estimulando o pensamento crítico e criativo em seus encontros e apresentações.

Este projeto realizará a gravação de uma faixa de música em estúdio para cada um dos sete convidados. Mais: este projeto procurará estimular a prática artística, articulando a produção artística no Ipiranga, à partir de outras formas de organização social, capazes de, em sua alteridade e diferença, desvelar aos participantes novas formas de se configurar artisticamente o espaço e o tempo, em uma época em que a nossa capacidade de agir encontra-se anestesiada por nossa confusão espacial e temporal.

Os encontros serão coordenados pelos integrantes do coletivo em conjunto com o grupo convidado, estes estabelecerão com o público em geral uma relação de mútuo aprendizado: o conhecimento artístico e as experiências de vidas misturam-se, fazendo com que cada encontro seja espaço para o desenvolvimento de formas artísticas-culturais pertencentes a cada grupo distinto de participantes, visam a investigação e experimentação de linguagens artísticas distintas para a elaboração de uma expressão artística capaz de conjugar esta diversidade inicial, estendendo o processo colaborativo a todo o público alvo da iniciativa.

O processo criativo desenvolve-se e se aprofunda durante o trabalho nos encontros e apresentações. Questões e temas pertencentes à pesquisa serão divididos e experimentados entre o coletivo e os participantes, constituindo um grande processo de criação coletiva.

A proposta dos encontros com os grupos convidados que se é aberta ao público, não é um programa episódico de oficinas culturais. Nosso objetivo não é ensinar técnicas e exercitar habilidades, mas estabelecer um processo de transformação coletiva e comum a todos os participantes. O que sabemos que podemos oferecer é o que viemos buscar: trocamos nossas capacidades de despertar diálogos.

Se pudéssemos escolher um só caminho para estes encontros com os grupos convidados, não seria o de formar grandes músicos, atores, artistas e técnicos, mas sim o de ensinar, caminhando com a música, o vídeo, o teatro a desnudar o véu do tempo, que escurece realidades.

Buscamos, em uma pedagogia colaborativa, tornar os participantes dos encontros artísticos capazes de orientarem suas escolhas artísticas e políticas partindo da pratica proposta nos encontros, elaborando em cada encontro formas de expressar essas vivências.

Os encontros são coordenados coletivamente. O coletivo através de reuniões semanais, abertas a qualquer pessoa que esteja interessada em estudar arte-educação, procurará unir estudos teóricos as apresentações em busca do desenvolvimento de uma “pedagogia colaborativa’. As conclusões provisórias de tal investigação, bem como os relatos dos coordenadores e participantes dos encontros, serão publicados no blog e facebook do coletivo.

O público alvo do projeto Linha independente de Criação é formado por jovens artistas e moradores do Ipiranga e imediações, de todas as faixas etárias.



Plano de trabalho


Os encontros serão coordenados pelo coletivo e pelo grupo convidado, o grupo vai propor temas e situações para o coletivo e demais participantes e o coletivo propõe formas de agregar outras linguagens artísticas aos grupos e ao público, sejam elas o vídeo, a fotografia, uma instalação ou uma cena teatral, experimentando formas de expressar os conteúdos dentro do trabalho musical dos grupos .

Cada grupo será tema por um mês. Em quatro encontros de duração de 5 horas que acontecerão nas três últimas quartas-feiras do mês, e no primeiro domingo do mês seguinte, que terá como objetivo apresentar algo que tematize a experiência proporcionada pelos encontros anteriores, em diálogo com a gravação da música escolhida.

Os encontros iniciam às 17:00 sendo que as 2 primeiras horas são dedicadas a troca de processos com o grupo convidado e o público, este primeiro momento é para que os interessados possam trocar suas praticas artísticas, ver referências, praticar exercícios, pensar ideias em conjunto e experimentar a viabilidade destas idéias.

O segundo momento é das 19h às 22h00, quando o espaço abre-se para apresentações, já modificado pelos participantes dos encontros que apresentam vídeos, músicas, cenas, instalações, pinturas e performances criados coletivamente na etapa anterior.

Entre os encontros e apresentação teremos 2(dois) encontros, em estúdio para gravação da faixa de áudio.


A. Tema e cronograma dos encontros:



1. Saçura e Os novos Paulistanos


Carga horária: 5 horas semanais

Duração: mês de maio

Local: Gondos Bar, Avenida do Cursino, 111, Ipiranga.



1° Encontro, quarta-feira, dia 16: apresentação dos instrumentos, com suas origens e influências.


2° Encontro, quarta-feira, dia 23 : projeção de documentários sobre os ritmos originários do choro.


3º Encontro, quarta-feira, dia 30: sobre o saçura, canto, dança e artes visuais simultaneamente, projeção em tecidos do decorrer do encontro.


4° Encontro, domingo, dia 03/06: apresentação com lançamento da música gravada e do material do processo de troca artística estabelecido nos encontros.


2. Família Bira e Os Novos Paulistanos


Carga horária: 5 horas semanais

Duração: mês de junho

Local: Gondos Bar, Avenida do Cursino, 111,Ipiranga


1° Encontro, quarta-feira, dia 13: apresentação do histórico da família no bairro, exibição de vídeos, pinturas em tela à partir dos relatos.


2° Encontro, quarta-feira, dia 20: exposição e composição de esculturas, instalação com uso de barbantes e tecidos.


3º Encontro, quarta-feira, dia 27: improvisação de cenas teatrais, pinturas em tecido para caracterização.


4° Encontro, domingo, dia 01/07: apresentação com lançamento da música gravada e do material do processo de troca artística estabelecido nos encontros.



3. Kelly Carvalho e Os Novos Paulistanos


Carga horária: 5 horas semanais

Duração: mês de julho

Local: Gondos Bar, Avenida do Cursino, 111, Ipiranga



1° Encontro, quarta-feira, dia 11: exposição e prática sobre os elementos envolvidos tecnicamente com o cantar e que interferem, por conseqüência, na interpretação, instalação e caracterização para personagem.



2° Encontro, quarta-feira, dia 18 : o trajeto da música popular no Brasil: a Bossa Nova, a Tropicália e o Samba , apresentação de documentários e discussão.


3º Encontro, quarta-feira, dia 25: precisão e expressão: as possibilidades expressivas com improvisação de cena,canto, dança e pintura.


4° Encontro, domingo, dia 05/08: apresentação com lançamento da música gravada e do material do processo de troca artística estabelecido nos encontros..



4. Paulo Verissimo e Os Novos Paulistanos


Carga horária: 5 horas semanais

Duração: mês de agosto

Local: Gondos Bar, Avenida do Cursino, 111,Ipiranga



1° Encontro, quarta-feira, dia 15: história da música clássica brasileira, projeção de documentários.


2° Encontro, quarta-feira, dia 22: prática instrumental, arranjos e composições. Pintura em tela.


3º Encontro, quarta-feira, dia 29:improvisação de cenas teatrais, pinturas em tecido para caracterização do universo clássico, registro em fotografia.


4° Encontro, domingo, dia 02/09: apresentação com lançamento da música gravada e do material do processo de troca artística estabelecido nos encontros.



5. Caravana Reunidos e Os Novos Paulistanos


Carga horária: 5 horas semanais

Duração: mês de setembro

Local: Gondos Bar, Avenida do Cursino, 111, Ipiranga



1° Encontro, quarta-feira, dia 12: o trajeto da música reggae no Brasil e suas vertentes.


2° Encontro, quarta-feira, dia 19: prática de composição e arranjos.


3º Encontro, quarta-feira, dia 26: relação do reggae jamaicano com a percussão brasileira.


4° Encontro, domingo, dia 07/10: apresentação com lançamento da música gravada e do material do processo de troca artística estabelecido nos encontros.



6. Urubuzalê do Bando e Os Novos Paulistanos


Carga horária: 5 horas semanais

Duração: mês de outubro

Local: Gondos Bar, Avenida do Cursino, 111, Ipiranga



1° Encontro, quarta-feira, dia 17: vitrola e exposições dos vinis da época de 70 e 80.


2° Encontro, quarta-feira, dia 24: instalação com performance a partir do repertório do grupo.


3º Encontro, quarta-feira, dia 31: canto, dança e artes visuais simultaneamente, projeção em tecidos, improvisação de cenas e caracterização.


4° Encontro, domingo, dia 04/11: apresentação com lançamento da música gravada e do material do processo de troca artística estabelecido nos encontros.


7. Tatá e Os Novos Paulistanos



Carga horária: 5 horas semanais

Duração: mês de novembro

Local: Gondos Bar, Avenida do Cursino, 111, Ipiranga


1° Encontro, quarta-feira, dia 14: história do movimento da música independente paulista.


2° Encontro, quarta-feira, dia 21: práticas de arranjo, composição e intervenções no espaço.


3º Encontro, quarta-feira, dia 28: produção independente, exibição de documentários.


4° Encontro ,domingo, dia 02/12: apresentação com lançamento da música gravada e do material do processo de troca artística estabelecido nos encontros.




B. Cronograma gravação de faixa de aúdio em estúdio




Mês Dia Grupo

Maio 25 e 31 Saçura

Junho 22 e 29 Família Bira

Julho 13 e 27 Kelly Carvalho

Agosto 24 e 31 Paulo Verissimo

Setembro 21 e 29 Caravana Reunidos

Outubro 26 Urubuzalê do Bando

Novembro 02 Urubuzalê do Bando

Novembro 23 e 30 Tatá e Os novos Paulistanos






C. Divulgação


A divulgação será feita através de cartazes, na capa dos Cds e Dvds que serão distribuiídos gratuitamente durante a realização do projeto. E redes sociais, canais youtube e vimeo, e no blog do projeto, constando as logomarcas da Secretaria Municipal de Cultura e do Programa Vai.


www.gondosnovospaulistanos.blogspot.com

Facebook: Os Novos Paulistanos

Tempo de duração do projeto


Este projeto tem o tempo de duração de 7 (sete) meses



Ficha Técnica



* Coletivo Os Novos Paulistanos


Antonio Torricelli Músico coordenador

Beatriz Barjud Silva Atriz coordenadora

Washington Oliveira Videasta coordenador

Ricardo Severino Videasta coordenador

Ricardo Victorino Músico coordenador



* Artistas Convidados


Kelly Carvalho Cantora

Paulo Verissimo Violonista

Renan Bragatto Pianista

Bisdré Santos Violonista e percussionista

Alfredo Santos Violoncelo

Bebê de Goes Percussionista

Leandro Lisi Percussionista e baterista

Guilherme Furtado Cantor e Guitarrista

Giuliano Ferrari Tecladista

Saturo Nakumo Baterista

Fábio Martinez Baixista

Dedê Alves Violonista e cantor

Jairo Baixista

Daniel Cantor e gaitista

Bruno Guitarrista

Mario Compositor

Zilda Atriz

Thiago Escultor

Pérola Atriz





Currículos


 Beatriz Barjud Silva
* Superior Completo – Bacharel em Artes Cênicas, pela UEL, turma de 2010.
* -Curso Teatro Vocacional (Projeto da Secretaria da Cultura do Município de São Paulo) - Coordenação Renata Deuse
* -Curso Teatro Vocacional (Projeto da Secretaria da Cultura do Município de São Paulo) - Coordenação Heitor Goldflus
* 2010 – Era Uma Casa Muito Engraçada. Direção: Orientação Cênica Luana El Kouri. Autor: Janaina Galdi. Local: Festival Palco Aberto (teatro para crianças) de São Carlos SP / Teatro aos Domingos – Shopping Iguatemi São Carlos. Cia: Cia Tokpotok Teatro e Animação.
* 2010 - (Curta-Metragem) Uma Mulher e Uma Arma. Direção: André Dragoni. Autor: André Dragoni.
* 2011 – Clowneando. Direção: Coletiva. Autor: Baseado livremente em jogos cênicos. Local: Teatro aos Domingos - Shopping Iguatemi São Carlos/SP – Tenda Móvel – projeto da prefeitura de São Carlos/SP. Cia: TPK Produções Artisticas
* 2011 – (curta-metragem) ETROM. Direção: Bruno Achkar Sonoplastia
* Operadora de Som – “Circo Tokpotok” – cia Tokpotok – Viamão/RS; Balneário Barra do Sul/SC; São João Del Rei/MG – Junho 2010.


José Antonio Torricelli
Em arte: Tatá
Baterista, percussionista, compositor no cenário independente musical a 23 anos, desenvolvendo um trabalho na linha independente de criação com o projeto OS NOVOS PAULISTANOS, música, teatro, pintura, artes plásticas,cinema,poesia,composição,vídeo,grafite,instalação.
Oficinas: música,composição e prática de banda com Alzíra Espíndola, Clemente (Banda Inocentes),Escova (ex escova e a máfia), todas ministradas na casa de cultura do Ipiranga. Na ULM estudou percussão e no Conservatório Souza Lima, estudo e prática de bateria e de ritmos regionais brasileiro.


Washington José Oliveira da Silva
Em arte: Bira Ramin
Estudante de cinema na ELCV ( Escola livre de Cinema e Vídeo ) de Santo André.
Participei de algumas produções de áudio visual em dois projetos do Vai. Fui aluno no projeto da Kinoforum no primeiro módulo de áudio visual. Participo do coletivo sociocultural Os Novos Paulistanos. E atualmente trabalho com vídeos independentes.




Ricardo Augusto da Costa Severino
Realizou o curso de direção cinematográfica ENDUCINE (2005). Participou da oficina de teatro proposta pelo CECO-Ibirapuera no CCSP (2005-2006). Núcleo de estudos dramaturgia CCSP (2007). Teatro vocacional Galeria Olido (2007). Núcleo de direção –Teatro vocacional CCSP (2007). Apresentação e orientação da linguagem audiovisual para adolescentes em situação de risco social ONG Refazendo Vínculos (2007). Pesquisa audiovisual inserida na oficina de teatro proposta pelo CECO-Ibirapuera na Galeria Olido como orientador (2007). Desde setembro 2007 participa do grupo teatral II Trupe de Choque, coordenou durante 2008/2009 os Núcleo de Teatro e Vídeo, Teatro e Artes Plásticas e o Núcleo de Teatro e Tecnologia. Como ator, integrante da equipe de vídeo e técnica realiza o Projeto MaterialCiborgueEldoradoSilicio11deSetembro, detritos em ensaio, apresentada no Hospital Psiquiátrico Pinel.


Ricardo Tadeu Victorino
Participou da oficina de teatro proposta pelo CECO-Ibirapuera no CCSP (2006). Teatro Vocacional na Galeria Olido (2007). Músico percussionista na escola de samba Barroca Zona Sul e Vai-Vai. Durante o ano de 2008 e 2009, se apresentou nas ruas de diversos estados brasileiros e latinos americanos. Atualmente trabalha como percussionista de grupos de samba, música latina e MPB.




Artistas convidados


Sobre o Saçura:


Atualmente quinteto, o grupo surgiu trio Renam Bragatto, Bisdré Santos e Leandro Lisi aproveitaram o entrosamento que tinham tocando durante 2 anos juntos se dedicando ao choro e resolveram tentar outros estilos de música. Renan deixou o bandolim e assumiu seu instrumento de formação, o piano; Bisdré incluiu os conhecimentos técnicos do violão de 6 cordas ao violão de 7 cordas; Leandro aliou o pandeiro à bateria que também é o seu instrumento de formação. Começando com novas leituras de músicas famosas, os compositores do grupo, Renan e Bisdré começaram a tirar as músicas das gavetas. Para um concerto do violonista Bisdré Santos apareceu a idéia de convidar mais um amigo para fazer parte do conjunto. E assim foi feito. Alfredo Santos trouxe seu violoncelo e ocupou o lugar que parecia tê-lo esperado. Os arranjos foram feitos e os ensaios animavam cada vez mais o grupo.

Devido às fortes influências das raízes africanas na nossa cultura, Bebê do Góes e seu conhecimento sobre os ritmos vindos da mãe África, foi convidado a entrar no grupo fechando assim a formação atual. Ainda precisavam de um nome.

Depois de 2 concertos ainda sem nome, entre um ensaio e outro o nome Saçurá foi sugerido e aceito por todos. A preocupação com a nossa cultura foi a inspiração do nome.

É o saci de olhos vermelhos e que se transforma na Matitaperê, uma ave com o canto que parece vir de todas as direções sendo assim muito difícil saber onde ela realmente está.

Em suas apresentações, o Saçurá mostrou que veio fazer parte, sem dever nada a ninguém, e sem medo de mostrar a música e a cultura do Brasil.

Convidados a participar de eventos e festas que valorizam a nossa cultura, eles seguem carregando com dignidade em cada um dos integrantes, a tradição, o nome e a força da música popular brasileira.



Bisdré Santos (violão e percussão)


Começou a estudar violão com 15 anos de forma autodidata. Atuou acompanhando vários nomes do samba como Beth Carvalho, Tia Surica da Portela, Ernesto Pires, Galloti, Luís Carlos da Vila, Quinteto em Branco e Preto e Roberto Silva. Também tocou ao

lado de Carlos Poyares, Cláudio Camunguelo, Ney Mesquita, Adriana Moreira, Reinaldo e Leci Brandão.

Em 2004 e 2005 ministrou aulas de música trabalhando pelo Projeto Guri da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Nesse período, trabalhou com adolescentes internados em unidades da FEBEM. Nas aulas eram abordadas; teoria musical, técnica correta aplicada ao violão, prática de grupo e história da música. No final do Ano de 2004 seus alunos fizeram parte de um evento no Memorial da América Latina junto com os músicos Toquinho e Jane Duboc.

Em dezembro de 2008 viajou para Portugal onde apresentou 2 concertos solo com músicas suas e decompositores amigos, participou da gravação do CD sambas enredo das escolas de samba de Sesimbra e também acompanhou o compositor brasileiro Sombrinha em show e gravação de DVD ao lado de músicos como Belôba e Carlinhos 7 cordas.

Volta a trabalhar com teatro na companhia “Caixa de Fuxico” com o espetáculo 'A menina, o príncipe e a noite'. Como violonista se junta com outros violonistas de São

Paulo para iniciar o projeto “Comboio de Cordas” Com violonistas como Zé Barbeiro, Ruy Weber, Leonardo Costa, Chico Saraiva, Muari Vieira, Cau Karam e Daniel Murray. Com o conjunto instrumental Saçurá apresenta novas composições feitas pelos integrantes do grupo.



Alfredo Santos (violoncelo)


Aluno da Escola Municipal de Música de São Paulo (EMM) (1996 - 2004), onde teve

regularmente aulas com a violoncelista e maestrina Gretchen Miller e posteriormente com o violoncelista Fábio Presgrave. Teve aulas de música de câmara com o professor Carlos Bianchi em 2001, de música antiga com a professora Tereza Saghard em 2002, de música de câmara com o professor Rogério Wolf e com a professora Gretchen Miller.

Aluno de bacharelado em violoncelo pela Faculdade Santa Marcelina (FASM) de janeiro de 2004 até 2006 e atualmente cursa bacharelado em violoncelo pela UNESP, onde tem regularmente aulas com a professora Ji Youn Shim.

Tocou na Orquestra Filarmônica Infanto-Juvenil de São Paulo com a qual participou de um intercâmbio entre orquestras brasileiras e alemãs (1997 a 2002).

Tocou na Orquestra Sinfônica Jovem de São Paulo com a qual se apresentou no festival de Campos de Jordão (2002)

Participou do FEMUSICA 2001 (Festival de Música Internacional de Inverno - Campos-RJ) nas disciplinas de violoncelo e Prática de Orquestra .

Foi integrante da orquestra e do grupo de música Antiga da Escola Municipal de Música de São Paulo (2001 a 2003). Integrante do quarteto FASM, formado por bolsistas na faculdade Santa Marcelina

(2004-2005). Participou do Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília tendo aulas de prática de orquestra e violoncelo - aulas de violoncelo com o Professor Anatoli Krastev (2005). Participou do festival Internacional de Inverno de Jaraguá do Sul em janeiro de 2007. Integrou em 2006 a orquestra Baccarelli, e durante este período teve aulas com o professor Fábio Presgrave. Integrou em 2007 e 2008 a Orquestra Jovem Tom Jobim (Jazzinha) regida pelo maestro Roberto Sion. Integrou a orquestra sinfônica de Atibaia em 2008. Integra a Camerata da UNESP desde 2008.



Renan Bragatto (piano, flauta e bandolim)


Iniciou os estudos ao piano na infância no Conservatório Bauruense de Música, ingressando mais tarde na ULM, onde estudou durante 2 anos. Em 2002 iniciou-se na musica popular brasileira com o choro tocando cavaquinho e depois começou a se arriscar em vários instrumentos como o bandolim, flauta, acordeon e violão.

Como compositor/arranjador tem escrito muitas músicas com ritmos afro brasileiros com uma mistura interessante de regional (formação instrumental de choro) com piano e quarteto de cordas.

Ex-professor da escola de choro de São Bernardo do Campo, um dos fundadores do clube do choro de São Bernardo do Campo.

Sempre pesquisando para mostrar ao povo brasileiro a nossa maravilhosa e rica cultura que em muitos casos é deixada de lado.

Hoje participa de vários grupos tocando estilos variados de musica como samba, choro, forró e MPB.




Leandro Lisi (bateria e percussão)


Nascido em São Paulo, começou a tocar bateria tocando em bandas de rock. Com interesse pela musica brasileira, passou a tocar percussão onde mais tarde ingressou no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, estudando percussão popular no curso MPB/Jazz. Participou de festivais como Festival de Itajaí-SC e Festival Brasil Instrumental (Tatuí-SP) fazendo workshops com músicos como Itiberê Zwarg (Hermeto Pascoal), Marcio Bahia (Hermeto Pascoal), Roberto Angerosa entre outros. Como instrumentista atuou em alguns dos principais palcos de São Paulo entre eles o Memorial da America Latina com o grupo Los Cajones de Chocolate Riveros ao lado de Arnaldo Antunes e na Sala São Paulo junto com a Filafro (Orquestra Filarmonica Afro-brasileira) na festa de premiação da revista Raça acompanhando artistas como Alcione, Simoninha, Max de Castro, Paula Lima e Leci Brandão.

Atualmente, além do Grupo Saçurá, atua como instrumentista nos grupos Quiprocó Sound System, Cantilena Paulistana e Banda Tropicalista. Leciona bateria e percussão popular na escola Inconcert.



Bebê do Góes (percussão)


Percussionista há mais de dez anos, iniciou seu contato com a música nas rodas de samba com o grupo candeeiro, referência do samba do grande ABC paulistano.

Logo mais entra para o Abaçaí; grupo de cultura popular brasileira tendo contato com todo tipo de ritmo brasileiro principalmente as influências africanas, dando visibilidade para trabalhar com vários grupos de diversos estilos como rap, MPB, samba-rock, música instrumental e choro.

Também trabalhou em peças de teatro no Amasio Mazzaropi e também na escola de teatro Macunaíma.Após longo período de estudos e de muitas informações passa a ser arte-educador em projetos sociais dando oficinas, workshops, aulas em centros culturais, espaços públicos e em comunidades carentes. Apresentou-se em vários Sescs, casas de shows, bares e teatros. Segue trabalhando com um grande número de artistas e bandas, seja em gravações, shows, programas de rádio e televisão. Já esteve ao lado de Naiê do Funk A, Banda Câmara, Viela 17, Vasco Faé, Fernando Cavallieri, Ito Moreno, Giselle Maria, Lis Rodrigues, Max Gonzaga, Zé Rodrix, Tavito, André Calixto trio, Adriana Garcia, Daniel Pessoa, Banda Uafro e Germano Matias entre outros. Apresentou-se também em programas de televisão nas emissoras Cultura (Festival da Cultura) e Bandeirantes (programa Terra-Viva).




Sobre Família do Bira:



Meu nome é Zilda sou a caçula de uma família de quatro irmãos Carmen, Tereza, Paulo e Jorge. Meus pais, Lazaro e Maria já falecidos. Nasci no bairro de Casa Verde no ano de 1955. Nem cheguei a conhecer o bairro pois meus pais mudaram-se para o Ipiranga quando eu ainda era bebê, então a minha infância, adolescência e vida adulta praticamente foi nesse bairro maravilhoso.

Ipiranga é um bairro que abrigou muitos imigrantes principalmente italianos, portugueses que foram comprando terrenos, construindo chácaras, como também os espanhóis.

Aqui onde moro pode se dizer que era um pedacinho do quilombo, pelo fato de morar muitas famílias negras. Mesmo porque no passado na época da abolição foram abandonados a própria sorte e quem os recolheu em grande parte foi o colégio Sagrada Família e foram lá acolhidos por madre Paulina. Hoje canonizada Sta. Paulina, onde hoje lá está sua capela.

Enfim conheci meu marido, eu aos 14 anos e ele 16anos tivemos amizade, e só oficializamos namoro noivado e casamento ele aos 26 e eu aos 24 anos. Quando tivemos nossos três filhos Thiago, Washington e Pérola.

Como a arte e a música entrou em nossas vidas?

E acredito que tenha sido e vindo de nossos antepassados que eram escultores, tocavam instrumentos musicais , eram contadores de história, capoeiristas, tanto em minha família como na família de meu marido Mario.

Eu acredito que o gosto da arte cênica na vida de Thiago possa ter nascido deste histórico familiar, pois aos 13 anos de idade já esculpia peças em cobre, madeira, ferro, tem vários textos escritos, peças não divulgadas, conseguiu dirigir o seu próprio curta, nome: Pemba: gdata.youtube.com. Mário também esculpe, tem várias peças prontas, compõe letras de músicas ainda não divulgadas. Washington já está partindo para o lado do cinema e também compõe Rap, já tem seu grupo Ramim. Perola também participou do curso Vocacional de Teatro na adolescência. E aqui estou eu brincando de fazer teatro.

Sou uma dona de casa. Trabalhadora. Mas através de um chamado na Gazeta do Ipiranga no mês de agosto de 2011, fiquei curiosa e fui participar, convidei minha irmã e nós nos juntamos ao grupo vimos e gostamos fizemos uma apresentação no dia 26/11/2011 no teatro João Caetano. Sabemos que é muito trabalhoso, tem que gostar e querer aprender e nunca se está pronto e bom, pois a arte não tem começo, meio e fim, simplesmente acontece.

Tchau!

Zilda e família. Mário, Thiago, Washington, Pérola e família.






Sobre Kelly Carvalho:


A cantora paulistana, com quatro anos de carreira, traz no currículo aulas de canto com Mariane Matoso (ULM) e Hilda Maria Leutz (FAM/ Conservatório Musical Souza Lima), aulas de piano e cavaquinho com Renan Bragatto (UNESP).

No início da vida artística foi bailarina, atuou em peças e musicais teatrais com temática brasileira, onde aprimorou a sua expressividade cênica.

Em 2009 participou do projeto “No Balanço da Bossa” ao lado do mestre em violão erudito Paulo Veríssimo (UNESP), em homenagem aos 50 anos da Bossa Nova apresentando-se em vários bares de São Paulo. No mesmo ano gravou “Da Silva”, samba composto por Kaká Silva (Comunidade Samba da Vela). As constantes apresentações em casas de samba de São Paulo proporcionaram conhecer e receber o apoio de nomes importantes como Almir Guineto, Chapinha (Comunidade Samba da Vela), Araquem (Renascença Clube/ RJ), a família Contemporânea, a cantora Verônica Ferriani e o Grupo Dose Certa. Em 2010 participou na gravação do CD de Elzo Augusto com a cantora Silvilí, Luiz Ayrão, Silvio Brito, entre outros importantes intérpretes da música brasileira. Há dois anos apresenta-se ao lado de excelentes músicos no Gondos Bar, tendo lotado todas as noites de apresentação, o melhor do samba, com a proposta de unificar caminhos musicais e buscar novas formas de expressão. Paralelamente participa do projeto “Um Canto” junto com Willian Fialho, Jonatas Machado...Tem como projeto para este ano o lançamento de um CD com músicas da nova safra de compositores como Willian Fialho, Renan Bragatto, Hevélson e Dudu Santana.



Sobre Paulo Verissimo:


Paulo Veríssimo é músico há onze anos. Formado em violão popular pela ULM (atual EMESP), fez bacharelado em violão erudito na UNESP, onde também fez Mestrado, e atualmente cursa o Doutorado em Música. Como concertista, apresentou-se no Brasil, Argentina, Estados Unidos, Itália e Suíça. Na música popular, desenvolveu uma extensa carreira, apresentando-se nas maiores instituições de cultura do país, como o Centro Cultural São Paulo, o Centro Cultural Banco do Brasil, bem como em diversas unidades da rede SESC-SP. Atualmente, desenvolve um trabalho de pesquisa e preservação do repertório do período Tropicalista, bem como se dedica à composição de canções próprias, em parceria com o Grupo Saçurá.






Sobre Caravana Reunidos:


Banda paulista formada em janeiro de 2010, por Dedê Alves, compositor, violão e voz, Jairo, tocando baixo, Daniel, voz e gaita e Bruno na guitarra. CARAVANA REUNIDOS vem desenvolvendo um trabalho independente na cena paulista mesclando a brasilidade musical com tradição do reggae.

Com composições próprias atuando em bares, casas de shows, eventos culturais, a CARAVANA REUNIDOS desenvolve a criação do reggae jamaicano e outras influências com a batida percussiva brasileira, sendo uma fusão de estilos gerando uma nova concepção alternativa musical.

Shows realizados: Gondos Bar, Maré Bar, Spiral Bar, Fidalga 33, Açai Praia, Ensaio aberto no CEU Meninos (Parque Bristol), Complexo do Velhão, Bar do Léo, Bar Balaio de Gato, Bar Neto Trindade, entre outros.





Sobre Urubuzalê do Bando:


Urubuzalê do Bando foi formado em agosto de 2011, a princípio como um quarteto de guitarra e vozes, teclados, baixo e bateria. Guilherme Furtado, como guitarrista e vocalista, é estudante do curso Bacharelado em Composição na UNESP do quarto ano, assim como Giuliano Ferrari nos teclados, Fábio Martinez recém formado em Licenciatura em Música também na UNESP, e Satoru Nakumo, baterista, formado em Artes Plásticas na FAAP. Com intuito de pesquisar a produção musical brasileira essencialmente dos anos setenta e oitenta, o repertório é formado pela interpretação e releitura de compositores que de alguma forma exploraram o ritmo do funk brasileiro desta época, como Itamar Assumpção (este inicialmente pesquisando formas apresentadas por Miles Davis e Bob Marley), Gilberto Gil, Luiz Melodia, Tim Maia e Jorge Ben. Comumente o grupo conta com a participação de amigos músicos para refinar o arranjo, como sax tenor, gaita, e outras guitarras.




Sobre Tatá:


Músico e artista plástico em formação, participante do coletivo desde seu início, apresentou diversas composições durante os encontros de 2011, reside no bairro à 30 anos, acompanha como baterista diversas bandas da região, com bons trabalhos de diferentes gêneros, épocas e estilos.



ARUANDA

Letra e música: Tatá


Não sou negro nem branco

Protestante ou pai de santo

Padre, pastor ou reverendo

Sou caboclo, índio, mulato

Capoeira, filho do mato

Brasileiro, tambor de terreiro

Sou da terra, sou do mar

Sou do vento, do sol e da lua

De Aruanda

Sou de Sampa, da cidade

Tambor de crioulo ou macumba

Sou verdade e na minha bagagem

Não trago kizumba

Favela ou burguesia

Sou da noite e do dia

Playboy ou periferia

Feijoada, vatapá, arroz e feijão

Torresmo, vai lá.

Eu sou, eu sou

Zona sul, paz e amor

Eu sou, eu sou

Sou da festa, prazer meu senhor